Tipos de pessoas que fazem Mapa Astral
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Hoje, quero trazer uma perspectiva diferente para refletirmos que tipo de pessoas que fazem mapa astral, ou seja, quem são as pessoas que procuram uma leitura de mapa astral?
E se você tem vontade de trabalhar com astrologia ou já começou a atender é importante observar que existe uma variedade de perfis que nos procuram.
Cada um com suas motivações, expectativas e histórias. Entender isso nos ajuda a afinar nossa escuta, nossa sensibilidade e a forma como conduzimos cada consulta.
Por isso quero compartilhar alguns desses perfis que aparecem com frequência nas leituras.
E talvez você até se reconheça em um deles ou em vários!
A pessoa em busca de respostas
Esse é, talvez, o tipo mais comum de analisando. É aquela pessoa que está em pleno processo de autoconhecimento.
Chega com muitas perguntas, dúvidas existenciais, e uma vontade sincera de se compreender melhor. Ela sente que há algo dentro dela pedindo mais clareza, e vê na astrologia uma chave para isso.
Então durante a leitura, costuma se encantar com os insights e sair com o coração mais leve, cheia de reflexões para digerir.
E o mais bonito é que essa troca também nos transforma porque cada consulta é um espelho, e cada jornada que acompanhamos toca algo dentro de nós.
A pessoa cansada
Parecida com a anterior, mas com uma energia mais densa.
Essa pessoa já passou por muita coisa, perdas, recomeços, esgotamentos e carrega uma sensação de exaustão emocional.
Então, ela vem em busca de acolhimento, de sentido, de uma luz no fim do túnel.
Nesse caso, o mapa pode funcionar como um verdadeiro bálsamo. Mas aqui, mais do que interpretar os símbolos, o astrólogo precisa oferecer presença e cuidado. A escuta precisa ser ainda mais sensível, e a linguagem, mais suave. Porque, para essa pessoa, as palavras certas têm o poder de curar.
A pessoa pesquisadora
Esse perfil é movido pela curiosidade. Às vezes chega dizendo: “Ah, quero fazer só pra ver qual é.” E tudo bem!
Ela pode estar testando, explorando, comparando com outras ferramentas. Pode já ter feito outros atendimentos ou ter lido sobre astrologia, e agora quer entender como funciona uma leitura mais aprofundada.
E curiosamente, muitas vezes essa pessoa se surpreende. Algo que parecia só um experimento se revela uma experiência tocante.
Mas em alguns casos, ela pode manter uma postura mais cética e está tudo certo também.
Como astrólogos, precisamos praticar o desapego do resultado e lembrar que o processo pertence à pessoa. Não estamos ali pra convencer ninguém, mas pra abrir uma janela de possibilidades.
A pessoa autocrítica
Infelizmente, esse é um perfil bastante comum, principalmente entre quem já teve algum contato com astrologia.
É aquela pessoa que aprendeu a usar o mapa como uma forma de se criticar: “Ah, minha Lua em Libra me faz ser indecisa, sou péssima nisso, minha Vênus retrógrada explica porque ninguém me quer…”
Ela se apega às fragilidades, se limita pelas interpretações e, muitas vezes, usa a astrologia contra si mesma.
Nosso papel aqui é devolver a dignidade do mapa. Mostrar que cada posicionamento tem luz e sombra, e que não existem aspectos “ruins”, mas sim formas mais ou menos conscientes de viver cada energia.
Assim, a consulta vira um convite para ela se olhar com mais gentileza e reconhecer seus potenciais com carinho.
E você? Se identifica com algum desses perfis?
Ou já atendeu alguém assim em consulta? Me conta nos comentários!
Cada história traz um aprendizado. E quanto mais escutamos, mais percebemos que a astrologia é uma ponte: entre passado e futuro, entre razão e intuição, entre quem somos e quem podemos nos tornar.
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Flavia Pedebos
Astróloga, Taróloga, Coach e estudante de Psicanálise, eu sou apaixonada por autoconhecimento. Saber mais…




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Quando alguém começa a estudar astrologia, uma das armadilhas mais comuns é cair nas palavras prontas. E isso aparece muito quando falamos de Lua em Escorpião.
Se você tem vontade de trabalhar com astrologia ou já começou a atender é importante observar que existe uma variedade de perfis que nos procuram. Cada um com suas motivações, expectativas e histórias. Entender isso nos ajuda a afinar nossa escuta, nossa sensibilidade e a forma como conduzimos cada consulta. Mas, quando começamos a olhar com mais profundidade para a nossa história, percebemos uma coisa importante: nem tudo o que fazemos é tão “nosso” quanto parece.
Muitas vezes, a gente cresce pensando que está fazendo tudo do nosso jeito. Que certas atitudes, formas de cuidar, reagir, acolher ou até controlar nasceram naturalmente da nossa personalidade. Mas, quando começamos a olhar com mais profundidade para a nossa história, percebemos uma coisa importante: nem tudo o que fazemos é tão “nosso” quanto parece.
Se falarmos de técnica astrológica, não, não muda. Mas, cada fase da nossa vida tem suas peculiaridades e nesse sentido sim, o mapa astral muda com a idade. Muda a forma de enxergarmos a realidade,a maturidade e o próprio desenvolvimento pessoal.